Em 2026, nenhuma família do Bolsa Família recebe menos que R$ 600 por mês — esse é o piso. E os adicionais por criança pequena e por gestante entram por cima desse piso: uma família com um bebê recebe no mínimo R$ 750.
Os valores continuam os mesmos desde a recriação do programa em 2023 (não houve reajuste até agosto de 2026). Quem define as regras e concede o benefício é o Governo Federal — o pagamento é feito pela Caixa.
O benefício é montado em camadas, sempre por família:
Mãe gestante + criança de 3 anos + criança de 10 anos (3 pessoas): a base dá 3 × R$ 142 = R$ 426 → completa até o piso de R$ 600 → + R$ 150 (criança de 3 anos) + R$ 50 (gestante) + R$ 50 (criança de 10 anos) = R$ 850 por mês.
Grávida? O adicional de gestante depende do pré-natal registrado — veja o nosso guia do Bolsa Família na gestação.
Se a renda da família passou de R$ 218 por pessoa (até o limite de R$ 706), ela pode cair na Regra de Proteção: continua no programa por até 12 meses, mas recebendo 50% do valor. Entenda essa regra no guia da renda per capita.
E atenção: o Benefício Extraordinário de Transição (BET), que complementava quem veio do Auxílio Brasil, acabou em maio de 2025 — se o seu valor caiu desde então, pode ser esse o motivo.
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R$ 600 por família — é piso, não teto. Os adicionais (R$ 150 por criança pequena, R$ 50 por gestante e por criança de 7 a 17) somam por cima.
Até agosto de 2026, não. Os valores (R$ 600 / R$ 150 / R$ 50) valem desde 2023. A lei permite reajuste por decreto — confira sempre o site oficial do MDS.
No mínimo R$ 750 (R$ 600 + R$ 150 da Primeira Infância). Se o bebê tem até 6 meses, soma mais R$ 50 (nutriz).
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