Salário-maternidade é tributável e muita mãe descobre isso com o CPF travado na malha fina. Filho dependente, pensão, informe do INSS: o kit organiza sua declaração no caminho certo — inclusive pra RESTITUIR mais.
Atualizado em junho de 2026
Quem recebeu acima de R$ 35.584 tributáveis em 2025 é obrigada a declarar — e salário + salário-maternidade somam. Mas mesmo quem não é obrigada pode ter imposto retido pra restituir. A diferença entre malha fina e restituição costuma ser lançar o valor certo na ficha certa.
Você recebe, na sua Área da Mãe:
O momento ideal é entre a chegada dos informes (fevereiro) e o fim do prazo (maio) — quanto antes você entrega, mais cedo entra na fila da restituição. Fora da temporada, o kit serve pra corrigir declaração que caiu na malha fina.
Não preenchemos nem transmitimos sua declaração — quem revisa e envia é você (ou um contador, se preferir). Não é serviço contábil nem jurídico. Análise, malha e liberação da restituição são da Receita Federal; não garantimos valores nem prazos.
Leitura guiada de ~20 minutos com o programa da Receita aberto do lado. Com os informes em mãos, a maioria das mães termina a declaração na mesma tarde.
O extrato para IR fica disponível no próprio Meu INSS. O kit mostra onde baixar e como lançar com o CNPJ certo da fonte pagadora.
Não — é isento. Mas se você declara, ele entra numa ficha específica. Misturar isento com tributável é erro clássico de malha fina.
Às vezes sim: se houve imposto retido no seu salário ou benefício, declarar é o caminho pra receber a restituição. O kit tem um simulador simples pra essa decisão.
Ajuda bastante: o kit mostra como consultar o motivo exato no e-CAC e como enviar a declaração retificadora com o valor na ficha certa — que resolve a maioria dos casos. Se já existe autuação formal aberta, aí o caminho é um contador.
Acesso na hora, garantia de 7 dias e preço fixo. Sem porcentagem nenhuma.