Estabilidade no emprego, pausas diárias para amamentar, auxílio-creche que quase ninguém pede — e proteção se a empresa apertar. Conhecer esses direitos antes da conversa com o RH muda tudo.
Atualizado em junho de 2026
Você não pode ser demitida sem justa causa até 5 meses após o parto — e se acontecer, a empresa deve te reintegrar ou indenizar todo o período. Junte as pausas de amamentação (2×30min até os 6 meses) e o reembolso-creche das empresas maiores: é dinheiro e tempo que se perdem por não pedir.
Você recebe, na sua Área da Mãe:
De preferência nas últimas semanas da licença: assim você combina as pausas de amamentação com o RH por escrito antes do primeiro dia de volta. Se já voltou, ainda dá tempo — as pausas valem até o bebê completar 6 meses, e a estabilidade até os 5 meses do parto.
Não falamos com a empresa nem com o RH por você. Não é serviço jurídico — se houver demissão irregular, quem age é um advogado trabalhista ou o sindicato. Cada empresa tem política própria; não garantimos o resultado da sua negociação.
Leitura guiada de ~20 minutos, com a mensagem pro RH pronta no mesmo dia. A planilha de indenização leva uns 10 minutos com o holerite em mãos.
Podem te demitir após os 5 meses, mas com todas as verbas — e demissões "programadas" logo após podem ser questionadas. O kit mostra o que documentar desde já.
Valem até o bebê completar 6 meses, independente de mamar no peito ou de você tirar leite — e dá pra negociar o formato por escrito com o modelo do kit.
Pedir demissão na estabilidade exige cuidado — há formas de acordo que preservam parte das verbas. O kit explica as contas antes de você assinar qualquer coisa.
Valem: o direito às 2 pausas de 30 minutos até os 6 meses não depende do local de trabalho. Em casa, o formato mais comum é negociar por escrito a redução de jornada equivalente — o modelo do kit já prevê essa variação.
Acesso na hora, garantia de 7 dias e preço fixo. Sem porcentagem nenhuma.